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Cofundador da Rockstar Defende Mídia Física: Se o Público Quer, Empresas Devem Oferecer

julho 28, 2026
GTA VI - Crédito: Divulgação GTA VI

Em meio ao crescente debate sobre o fim da mídia física nos videogames, Jamie King, cofundador da Rockstar Games, deu uma declaração que acalmou os corações dos fãs. Em entrevista ao IGN, King afirmou que, se os consumidores desejam lançamentos físicos, as empresas devem atender a essa demanda. "Se as pessoas querem mídia física, então as empresas deveriam fornecê-la", disse ele, em uma defesa clara do formato.

A declaração de King vem em um momento em que a indústria está dividida. A Sony anunciou recentemente que deixará de produzir discos para PlayStation a partir de 2028, o que gerou uma onda de críticas e preocupações sobre o futuro da propriedade de jogos. Enquanto isso, a Rockstar, conhecida por seus lançamentos de grande porte, como a série "Grand Theft Auto", ainda não se posicionou oficialmente sobre o formato de "GTA VI", que é um dos jogos mais aguardados da indústria.

O cofundador da Rockstar destacou que a mídia física ainda tem um valor significativo para muitos jogadores, seja pela questão da propriedade, pela possibilidade de revenda ou pela simples satisfação de ter uma coleção em sua estante. "Há algo especial em ter um produto físico", comentou King, que também é conhecido por seu trabalho na criação da Rockstar North e na produção de títulos como "Lemmings" e "Grand Theft Auto".

A fala de King ressoa com a posição de outros desenvolvedores e executivos que defendem a coexistência entre o digital e o físico. Embora o mercado esteja claramente migrando para o digital, a demanda por cópias físicas ainda é significativa, especialmente para grandes lançamentos. A expectativa é que a Rockstar, que sempre valorizou a experiência do consumidor, possa considerar um lançamento físico robusto para seus próximos títulos.

Enquanto o debate continua, a declaração de King serve como um lembrete de que a indústria deve ouvir o público. Se os fãs querem discos, as empresas devem, pelo menos, considerar essa opção, garantindo que a transição para o digital não deixe ninguém para trás.

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